Somos uma turma unida por tribos e culturas diferentes mas na qual a diferença se igua-la, perante ao curso e as provas que temos que superar fora a grande quantidade de informações que temos que absorver, tudo reque esforço e dedicação para Vencermos
IESAM- Instituto de Estudos Superiores da Amazônia, e o grupo BelJogos, se uniram para promover dois eventos com o objetivo de proporcionar dois eventos : O MAG e o WDJA.
o IESAM e o grupo Beljogos, uniram-se novamente para realizar a segunda edição destes dois eventos e oferecerem para todas as pessoas a oportunidade de aprenderem e discutirem mais sobre o mundo dosjogos eletrônicos.
23:57Engenharia da Computacao Turma X3NABNo comments
Gadget desenvolvido para esquiadores, que possui tela de LCD e sistema de navegação GPS, pode ser a próxima atração dos capacetes utilizados pelos astronautas.
O Transcend, óculos especiais para a prática de esportes radicais produzidos pela Recon Instruments, pode ser a próxima atração nos capacetes dos astronautas. De acordo com o site Popsci, a NASA está estudando a adoção do gadget, que possui tela de LCD e sinal GPS, na futura geração de equipamentos de proteção dos viajantes espaciais.
O equipamento criado para descer montanhas em cima de um esqui conta com interface que apresenta botões de acesso aos seus recursos, sistema de navegação GPS integrado, bateria de lítio recarregável, porta microUSB para carregamento da bateria e transferência de dados e tela microLCD com exibição máxima de cores óticas.
Originalmente, o gadget permite que o usuário visualize diversas informações diretamente no visor dos óculos. Entre os recursos disponíveis, estão velocidade atingida, distância percorrida, localização (latitude e longitude), temperatura, cronômetro, altitude e relógio.
Obviamente, as funcionalidades do Transcend precisariam ser adaptadas para o uso fora da Terra. A expectativa é de que a tecnologia ofereça uma forma mais descomplicada de comunicação e interação entre os astronautas em missão e aqueles que permanecem na estação, por exemplo. Por meio dessa tecnologia, o expedicionário poderia ter acesso a uma lista de tarefas, documentos técnicos de peças da espaçonave e instruções específicas para a realização de manutenções.
23:25Engenharia da Computacao Turma X3NABNo comments
Novidade serviu para apresentar novo modelo de carro da Ford, durante evento da marca. Confira o vídeo!
Dom Baker, líder de criação da Wunderman, demonstrou para o site Electricpig a tela sensível ao toque que reproduz os efeitos de sensibilidade e manipulação de imagens ou vídeos presentes na produção cinematográfica “Minority Report”. O display foi exibido na apresentação do novo modelo do Focus, durante o evento Ford’s Start More Live. Confira a novidade em ação no vídeo abaixo.
O filme “Minority Report”, dirigido por Steven Spielberg e lançado em 2002, exibiu dezenas de tecnologias que poderiam virar realidade até 2054 – ano em que a história do longa-metragem acontece. A tela sensível ao toque que reage aos movimentos do usuário é uma das grandes atrações da filmagem, proporcionando cenas emblemáticas do personagem de Tom Cruise acessando informações de maneira ágil e intuitiva.
Telas que permitem a manipulação de recursos por meio de toques não são mais novidade – gadgets com tal funcionalidade não faltam no mercado. Todavia, nenhum havia reproduzido a tecnologia do filme distribuído pela 20th Century Fox com tanta similaridade como o monitor criado para o evento da Ford.
Conforme se pode verificar no vídeo divulgado, a tela responde perfeitamente aos movimentos para a ampliação, rotação e execução das gravações. Questionado sobre o valor com que a tecnologia chegaria aos consumidores, Baker não soube afirmar o custo real. Mas ele estima que a tela deverá custar cerca de 3,5 mil libras – equivalente a 9,1 mil reais sem o cálculo de impostos.
02:06Engenharia da Computacao Turma X3NABNo comments
Emulator roda o primeiro software multitouch nativo para Windows 7.
A Microsoft apresentou nesta semana a primeira mesa para DJs com interface touchscreen. O equipamento foi batizado de Emulator e tem como sistema operacional o Windows 7. A interface é completamente adaptada para os músicos e contempla uma série de tecnologias de mixagem de som.
No total, o Emulator apresenta mais de 200 botões de Midi, controles deslizantes para mixagem de faixas e filtros e outros efeitos sonoros. O software é ainda o primeiro com multitouch nativo disponível para o SO da Microsoft.
Podendo ser transformado em um tablet ou em um grande sistema de projeção, o Emulator é capaz de projetar luzes na mesa a partir de sua parte traseira. A tela, transparente e luminosa, permite que o público veja as ações do DJ enquanto ele manipula o equipamento.
O equipamento será apresentado ao público durante o Festival Internacional de Mutek, na cidade de Montreal, no Canadá, entre os dias 1º e 5 de junho.
Uma pesquisa realizada pela Chungbuk National University, na Coreia do Sul, conseguiu aplicar o efeito quantum em semicondutores, obtendo como resultado o menor transistor do mundo. A novidade é resultado de um trabalho conjunto entre cientistas da Coreia do Sul, Japão e Reino Unido e tem como líder o professor Choi Jung-bum.
Além de conseguir diminuir o tamanho de transistores a escalas nanométricas, o time foi bem-sucedido em fazê-los funcionar corretamente em temperaturas normais. Segundo um pesquisador da universidade, a descoberta pode representar avanços significativos na capacidade de processamento em dispositivos móveis.
De acordo com o professor Choi Jung-bum, os transistores medem somente dois nanômetros e devem modificar totalmente o paradigma desse tipo de dispositivo. Ainda não há previsões de quando a tecnologia estará disponível para produção em larga escala, nem informações relacionadas ao interesse de alguma empresa pela novidade.
14:08Engenharia da Computacao Turma X3NABNo comments
Conheça um pouco desses produtos que propiciam uma experiência ainda mais realista nos cinemas.
Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/10199-como-funcionam-as-cadeiras-4d-dos-cinemas.htm#ixzz1N0XMW27a
Dia 18 de dezembro de 2009, uma data que ficou marcada na memória de muitos. Nesse dia, o filme “Avatar” estava estreando no Brasil e o conceito de cinema 3D estava ganhando um novo sentido. E foi em 2010 que a onda dos filmes tridimensionais realmente pegou. Desde então, quase todos os longas começaram a ser exibidos em duas versões: uma simples e outra com objetos que saem da tela.
A evolução da experiência cinematográfica não parou por aí. Muitas empresas do ramo viram o pote de ouro que o 3D trazia e pensaram em investir em algo ainda melhor: o cinema 4D. Tal novidade não significava exatamente que os filmes ganharam uma nova dimensão (pois cada “D” faz referência a uma dimensão). O nome adotado comercialmente foi escolhido para indicar que os filmes eram 3D e ainda estimulavam outros sentidos além da visão e da audição.
Para poder simular a interação entre o filme e a sala de cinema, as empresas responsáveis pela experiência dos sentidos extras tiveram de apelar para alguns novos aparelhos. Os mais óbvios foram dispositivos para liberar fumaça, jorrar água e aquecer o ambiente. Acontece que a experiência não estava satisfatória e por isso foi preciso adotar algo que interagisse mais de perto: as cadeiras especiais para cinemas 4D.
Na verdade, cadeiras desse tipo não são muito recentes. A Disney, por exemplo, já utiliza brinquedos com “tecnologia 4D” muito antes de falarem nos cinemas 3D. Não há uma data precisa de quando essas cadeiras surgiram, porém, temos a certeza de que as novas tecnologias para esses produtos vão revolucionar o entretenimento e trarão um novo nível de realismo para os cinéfilos.
Antes da cadeira
Como você já percebeu, o cinema 4D não depende apenas de um único objeto ou de uma simples tecnologia. O conjunto de recursos faz com que os filmes realmente saiam da tela e interajam com o público. E para que tudo seja possível é preciso que uma programação prévia seja realizada, afinal, os efeitos não são realizados ao vivo.
Para cada dispositivo existe um software que controla tudo, sincronizando o que aparece na tela com o que acontece na sala. E com as cadeiras 4D não é diferente. Tomando como exemplo os produtos oferecidos pela empresa D-BOX, é possível ter uma noção de como funciona a “construção” dos efeitos.
Em um primeiro momento, uma equipe visualiza o filme inteiro e adiciona os efeitos (o chamado "motion code") em um programa específico. Esse software é compatível com um aparelho que vai comandar os motores embutidos na cadeira. Cada efeito contém instruções quanto ao momento em que deve ser ativado e a intensidade que deve gerar para que o espectador sinta a ação do filme.
Por exemplo: em uma cena de ação podem ser adicionados diversos efeitos para simular os movimentos visualizados na tela. Um efeito acionará o motor de gravidade, dando a impressão de que a pessoa está em queda livre. Outro vai fazer a cadeira tremer em um terremoto. Um terceiro pode provocar pequenas vibrações, enquanto o personagem estiver pilotando um carro numa rua esburacada. E assim por diante; o leque de possibilidades é grande.
O assento recebe os efeitos
Depois que os efeitos são devidamente programados e sincronizados, tanto com o vídeo quanto com o áudio, o envio de informações fica por conta do controlador de movimentos. Esse aparelho não reproduz o filme, mas é responsável por se comunicar com o aparelho que está executando o longa, visto que ele deve sincronizar os efeitos com as imagens.
A fabricante D-BOX, por exemplo, comercializa equipamentos que funcionam em conjunto com um computador e outros que funcionam de forma independente. O modelo compatível com PCs é conectado à cadeira por meio de um cabo USB. Ele pode ser gerenciado pelo Windows e possibilita que a pessoa que cuida da reprodução realize ajustes finais antes do início do filme.
Já os controladores de movimentos da série “Standalone” funcionam com DVDs ou Blu-rays. Esses modelos trazem HD de 80 GB, portas para conectar até quatro cadeiras, conexão de rede e regulagem do nível de intensidade. A D-BOX não informa qual aparelho é utilizado nas salas de cinema, mas, em teoria, o modelo não afeta o resultado dos efeitos especiais. Vale salientar que os controladores de movimentos podem ser adquiridos para uso residencial.
Depois que os efeitos são enviados à cadeira, basta os motores executarem as atividades. A fabricante não informa quantos efeitos podem ser realizados simultaneamente, mas observando as demonstrações é possível perceber que dois motores podem ser ativados ao mesmo tempo.
As cadeiras 4D da D-BOX possuem reguladores de fácil acesso. Esses servem para que o espectador possa modificar a intensidade dos efeitos. Vale frisar ainda que os produtos da D-BOX possuem sensores para identificar quais cadeiras estão ocupadas, desse modo, os locais vagos não funcionam indevidamente.
Os filmes 4D já estão aí
Talvez você não esteja acreditando muito nesse papo, afinal, poucas notícias saíram quanto aos filmes que adotaram essa tecnologia. Em 2010, noticiamos que “Avatar” foi reproduzido na Coreia com tecnologia 4D, todavia, depois dessa notícia, poucos portais comentaram sobre outros filmes em 4D.
Só para deixar bem claro, os filmes 4D estão aí sim e, no que depender de empresas como a Warner, essa tecnologia tem grandes chances de ser o próximo passo no entretenimento em cinemas. “Harry Potter e as Relíquias da Morte Parte 2”, por exemplo, vai ter uma versão 4D. O filme deve passar nos 50 cinemas dos EUA equipados com as cadeiras da D-BOX.
E não é somente esse filme. O novíssimo “Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas”, que estreia hoje (20 de maio), também vai ter uma versão 4D, a qual será exibida nas 70 salas de cinema com tecnologia da D-BOX. Além desses dois longas, a D-BOX anunciou que “Velozes e Furiosos 5” já está em exibição em algumas salas 4D selecionadas.
No Brasil, ainda falta muito
Como citamos em outro artigo aqui no Tecmundo, no Brasil há apenas um cinema com tecnologia 4D. Se fôssemos considerar apenas cinemas que reproduzem filmes comerciais, nosso cinema 4D talvez nem se encaixasse como uma instalação válida. O primeiro cinema 4D do Brasil fica em Alpen Park, na cidade de Canela – RS.
Em alguns shoppings, já existem brinquedos para simular os efeitos em 4D, entretanto, tais aparelhos reproduzem apenas pequenas demonstrações. Agora, quando falamos de cinemas, o assunto muda. Não há quaisquer previsões de grandes salas equipadas com cadeiras 4D, até porque, no Brasil, o IMAX ainda não é um grande sucesso, o que nos faz acreditar que o 4D demore ainda mais para chegar.
Você já experimentou algum filme ou demonstração em 4D? Está ansioso pela chegada dos cinemas 4D ao Brasil? Deixe seu comentário!
13:59Engenharia da Computacao Turma X3NABNo comments
Tese desenvolvida por estudante tem o objetivo de ampliar as possibilidades proporcionadas pelas telas de toque.
Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/10190-o-futuro-das-telas-touchscreen-video-.htm#ixzz1N0V7gTF8
O estudante Michael Knuepfel, da Tisch School of Arts, desenvolvou uma série de dispositivos que exploram o potencial das telas touchscreen e ampliam as possibilidades da tecnologia. Sua tese de conclusão de curso intitulada “Extending the Touchscreen” (Extendendo a tela de toque, em uma tradução livre), é constituída por sete dispositivos que têm como principal objetivo ampliar os usos deste tipo de tecnologia.
O trabalho é constituído por um controle para jogos no iPhone, anéis digitais que podem trazer mais segurança na hora de desbloquear smartphones, duas modificações para a caneta stylus e um dispositivo de discagem manipulado pela tela de toque. Além disso, é mostrado um robô em fase de testes que detecta a proximidade com que o usuário toca na superfície.
Segundo Knuepfel, o objetivo do projeto é trazer a tecnologia touchscreen para meios diferentes dos convencionais. O estudante também espera que suas invenções sejam capazes de oferecer uma experiência de interação mais intuitiva e tátil, além de trazer mais diversão para tarefas realizadas de forma cotidiana.
O designer Philipp Schaake, integrante da equipe alemã Sensid Studio, criou um notebook conceitual que reproduz o visual de um painel de controle do seriado Star Trek (também conhecido como Jornada nas Estrelas).
O conceito, batizado de Crowd, é enfeitado com formas coloridas e brilhantes que servem como interface do computador portátil. Confira a aparência do aparelho na galeria de imagens abaixo, publicadas pelo site ASCII.
Galeria de Imagens
Outra característica peculiar é sua capacidade de se dividir em dois módulos independentes – como se dois iPad fossem unidos para gerar um laptop. O projeto da Sensid Studio foi o vencedor do competição Design Award 2011, organizada pela empresa japonesa de tecnologia Fujitsu.
03:06Engenharia da Computacao Turma X3NABNo comments
Robôs, aparelhos inteligentes e tecnologia wireless foram os destaques da Intel Tech Heaven 2011.
Se você pensa que a Intel é uma empresa que só se preocupa em fazer processadores cada vez mais rápidos, sinto muito: você está profundamente enganado. Apesar de ser referência quando se fala em chipsets, a gigante tecnológica vem investindo pesado em pesquisa e desenvolvimento dentro de diversas outras áreas.
No ano passado, foram gastos 6,6 bilhões de dólares em busca de soluções para automóveis, domicílios, saúde e espaços comerciais. O resultado não poderia ser diferente: combinando a infraestrutura dos produtos Intel com outros tipos de tecnologia, um leque de possibilidades vem surgindo para transformar a vida de muita gente.
Ao longo deste artigo, vamos contemplar sete novidades — algumas já existentes e outras que ainda serão lançadas — que mostram todo o potencial da empresa californiana e, claro, matar um pouquinho a curiosidade do que o futuro nos reserva. As atrações foram apresentadas na feira anual de inovações da empresa, a Intel Tech Heaven 2011.
NAO Humanoid Service Robots
Os robôs NAO (isso mesmo, sem o sinal gráfico “~”) são equipados com um processador Intel Atom, medem 23 polegadas (58 cm), pesam cerca de 4,3 kg e são capazes de executar uma variedade imensa de ações e movimentos. Simpáticos e articulados, os humanoides podem sentar, pegar objetos e interagir com o ambiente.
Inicialmente com processadores AMD, a primeira versão veio a público em 2008, desenvolvida pela Aldebaran Robotics. A última versão (H-25) possui duas câmeras, dois alto-falantes e quatro microfones, que o tornam apto a ler qualquer tipo de texto (email, SMS, notícias etc.).
Além disso, o NAO tem sensor de movimentos, emula emoções e até volta pra a base sozinho quando precisa recarregar a bateria. A conexão via WiFi permite a integração com outros dispositivos em tempo real para o envio e recebimento de vídeos e outros tipos de arquivo.
Hoje, eles já são vendidos por cerca de US$ 16 mil no site do fabricante. Até o momento, a aquisição do gadget é restrita a pesquisadores e educadores. No entanto, a empresa anunciou agora em maio que irá liberar o código do produto para outros desenvolvedores. Quem sabe em um futuro próximo não teremos alguns parecidos com esses circulando por nossas casas?
Qbo Service Robot, sempre alerta
Um pouco mais modesto que o NAO, o Qbo é um dispositivo voltado para a segurança. Esse robozinho arredondado é capaz de reconhecer e acompanhar rostos e objetos em tempo real, além de detectar cores e analisar gestos.
Também equipado com processadores Intel Atom, ele se move com rodinhas e alcança uma velocidade até que razoável. Esse “cão de guarda” envia tudo o que captura para uma central de monitoramento, em tempo real.
Nova experiência de compra
Logo, logo você vai encontrar algumas prateleiras diferentes no supermercado — pelo menos é essa a promessa deste projeto realizado pela dupla Intel e Kraft Foods. Os pontos de venda contarão com displays touchscreen equipados com processadores Intel Core i7 de segunda geração.
Tudo isso para os consumidores se encantarem e imergirem no processo de compra. No local, eles poderão acessar diretamente receitas, informações extras, sugestões de compra, cupons promocionais e até amostras de produtos, além de se conectar e participar via smartphones.
Outro delírio para os marqueteiros: o sistema já vem com ferramentas de análise integradas, habilitadas para reconhecer o sexo e idade de quem interage no ambiente. Os dados ficam armazenados e podem ajudar a entender o comportamento do público em relação a cada tipo de produto.
adiVERSE Virtual Footwear Wall
Mais uma parceria, desta vez com a Adidas. Assim como o projeto anterior, este aqui também é voltado para o comércio e combina a tecnologia touchscreen com pontos de venda. A diferença aqui é que a experiência é através de uma prateleira 100% digital.
O consumidor pode navegar pelo menu de produtos, encontrar detalhes sobres os itens e visualizar cada peça em diversos ângulos ou — até mesmo — trocar as cores e fazer ajustes nos modelos para personalizá-los.
Além dos processadores Intel Core i7 de segunda geração, o adiVERSE Virtual Footwear Wall trabalha com imagens de alta qualidade renderizadas em 3D. As tecnologias Intel AIM Suite e Intel vPro garantem a fidelidade gráfica do material digital apresentado.
Academia inteligente
Depois de robôs e inovações para o comércio, vamos agora para a área da saúde. Com uma estrutura semelhante à do Kinect, o MayaFit Virtual Fitness Trainer chega como um incentivo àqueles que se exercitam em casa, funcionando como um personal trainer virtual.
Tecnicamente, ele pode ser visto como uma evolução do Wii Fit e da série Active, da EA Sports. A diferença é que aqui, junto ao detector de movimentos, estão pesos e acessórios reais para auxiliar no condicionamento físico. Pode ser interessante para o público que não é muito íntimo dos videogames, já que é uma estação “tudo em um”.
Central de comando para sua casa
Esta iniciativa sustentável, desenvolvida junto com a fornecedora Capgemini, conta com um aparelho bem semelhante a um tablet, que serve para centralizar tarefas e informações sobre uma residência.
O eletrônico é capaz de monitorar detalhadamente o uso de energia (separando o consumo de cada objeto), controlar a temperatura e até substituir a geladeira. Calma! Ele não refrigera nada não. Mas é capaz de gravar e reproduzir mensagens em vídeos — algo bem melhor do que os tradicionais “bilhetinhos” de aviso deixados para outros membros da casa.
Adeus cabos HDMI!
A tecnologia Intel Wireless Display vem para suceder os cabos HDMI, hoje usados para conexões de áudio e vídeo em alta qualidade. Ou seja, com ela é possível sincronizar a imagem e o som entre dispositivos dos mais diversos tamanhos e funções.
Dessa maneira, você pode usar a televisão grande da sala para ver filmes e jogar games hospedados em seu notebook de uma forma bem mais prática. Vale lembrar que esse tipo de conexão é possível graças a componentes embutidos nos processadores Intel “i” de segunda geração.
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E você, está ansioso para saber como será a casa do futuro, com robôs e tecnologia wireless integrando tudo? Não deixe de contar para a gente nos comentários abaixo!